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Grupo Acolher defende regulamentação e qualificação no atendimento a pessoas com TEA


Clínica participou de audiência pública na Assembleia Legislativa de Pernambuco e destacou a importância de serviços seguros, éticos e baseados em evidências

O Grupo Acolher, clínica multidisciplinar especializada no atendimento a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outros transtornos do neurodesenvolvimento, participou de uma audiência pública realizada na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) que discutiu medidas relacionadas aos direitos das pessoas autistas e de suas famílias.

Durante o encontro, foram debatidas questões relacionadas à regulamentação e à fiscalização dos serviços destinados às pessoas com TEA, além da qualificação dos profissionais que atuam na área. O Grupo Acolher manifestou apoio à iniciativa e ressaltou a importância de estabelecer parâmetros que contribuam para um atendimento responsável, seguro e alinhado às práticas baseadas em evidências.

Para Taísa Noronha, diretora da Clínica Grupo Acolher, a discussão é importante para fortalecer a qualidade da assistência oferecida às pessoas autistas e garantir maior segurança às famílias. “Considero extremamente importante que todas as clínicas sejam regulamentadas e fiscalizadas, e que a ABA seja praticada com responsabilidade, ética e profissionais qualificados. Estamos falando do desenvolvimento e do futuro das nossas crianças.”

A Análise do Comportamento Aplicada (ABA) é uma das abordagens utilizadas em intervenções voltadas a pessoas com TEA. Segundo o Grupo Acolher, independentemente do método adotado, a atuação profissional deve estar fundamentada em critérios técnicos, formação adequada, responsabilidade ética e acompanhamento individualizado.

A participação na audiência pública também reforça a atuação institucional do Grupo Acolher em discussões que ultrapassam o ambiente clínico. A proposta é contribuir para o debate sobre políticas e medidas que possam ampliar a proteção, a inclusão e a garantia de direitos das pessoas autistas e de suas famílias.

“A gente entende que o cuidado com a pessoa autista precisa envolver não apenas o atendimento terapêutico, mas também a construção de ambientes que garantam segurança, respeito e acesso a profissionais preparados. É uma responsabilidade que precisa ser compartilhada por toda a sociedade”, acrescenta Taísa Noronha.

Enviado por Jacque Araújo

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