Governo federal volta atrás e não pagará segunda parcela do auxílio emergencial a partir de quinta-feira

O Ministério da Cidadania e a Caixa Econômica Federal informaram que a antecipação do pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial não irá ocorrer como o previsto, a partir de quinta-feira (23). Por meio de nota, o governo informa que, devido ao alto número de informais cadastrados, será necessário solicitar um crédito suplementar — o valor é necessário para garantir o pagamento das três parcelas para todos que têm o direito.  

Há previsão de R$ 32,7 bilhões para cada uma das três parcelas do auxílio — de acordo com o governo, foram pagos até agora R$ 31,3 bilhões. Mas ainda falta avaliar 12 milhões de cadastros para pagamento da primeira parcela.  

A partir de uma recomendação da Controladoria Geral da União (CGU) sobre o assunto, o Ministério da Cidadania produziu uma nota técnica e já solicitou ao Ministério da Economia a previsão para uma suplementação orçamentaria.  

"Em virtude disso, por fatores legais e orçamentários, pelo alto número de requerentes que ainda estão em análise, estamos impedidos legalmente de fazer a antecipação da segunda parcela do Auxílio-Emergencial", diz a nota do ministério. 

O Ministério da Cidadania informa ainda que aguarda resposta sobre a suplementação orçamentária para "completar o atendimento da primeira parcela e anunciar o calendário de pagamento da segunda parcela do auxílio-emergencial no mês de maio". 


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