“EM VEZ DE COLOCAR EM PRÁTICA O QUE PROMETEMOS, ESTAMOS APAGANDO INCÊNDIO” RELATA FÁBIO ARAGÃO AO DIZER COMO PEGOU PREFEITURA DE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE


O prefeito de Santa Cruz do Capibaribe Fábio Aragão (PP) em entrevista ao Blog do Alberes Xavier comentou sobre as primeiras ações desempenhadas a frente da administração pública e voltou a revelar um débito de mais de R$ 35 milhões. 

“Todos os dias sou surpreendido com um novo débito deixado pela gestão anterior. É Celpe, é empresa de lixo, conta de internet e a maioria dos fornecedores tem valores a receber, e soubemos de alguns aluguéis que estão atrasados há 3 meses. Depois de conseguir as senhas através da Justiça, identificamos mais de 35 milhões de reais em débito na dívida flutuante”, frisou. 

Questionado sobre quais valores realmente foram deixados em caixa, o prefeito frisou que encontrou apenas 2.142.000,00 (Dois milhões, cento e quarenta e dois reais) destinados para o MAC (Média e Alta Complexidade). 

“Só vou me comprometer em quitar os débitos a partir de janeiro, que é referente a minha gestão. Procurei pelos valores em caixa e só identifiquei 2.142.000,00, que veio para o MAC, não podemos retirar este valor para outra questão a não ser compra de veículos, reformas de unidades de saúde e aquisição de equipamentos, não posso pagar custeio com esse dinheiro”, falou. 

Hospital Fernando Aragão – “Tenho sim a intenção de construir o hospital que leva o nome do meu pai, e estaremos buscando os esforços necessários para isso”, afirmou. 

O prefeito Fábio ainda ressaltou a importância dos deputados Diogo Moraes e de Eduardo da Fonte e reforçou o envio de emendas para este primeiro mês de governo. “O deputado Eduardo já se comprometeu em ajudar nossa saúde e enviará 1 milhão para a retomada das cirurgias eletivas. E Diogo Moraes tem buscado através do Governo do Estado intermediar nossa relação e lutar pelos investimentos estaduais para nossa cidade”, frisou o gestor. 

Por fim, Fábio reforçou que Santa Cruz do Capibaribe vai continuar fora do CONIAPE. O gestor afirmou que o serviço prestado pelo consórcio não condiz com os valores que são repassados ao órgão.

Por: Alberes Xavier

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